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 Em uma noite escura e chuvosa

Tiveram que estacionar para dormir, mas quando acordaram...

"A vida na estrada é muito boa!" Assim, Sebastião Gonçalves resume a sua trajetória como caminhoneiro. Com 79 anos, 5 netos e 3 bisnetos, nascido em Alto Alegre, interior de São Paulo, seu Tião desde criança sonhou em ser caminhoneiro.

Em 1956, aos 26 anos, conseguiu comprar seu primeiro caminhão, um GMC 1952 importado, com motor de 6 cilindros em linha e freio a ar, um modelo inovador para a época. Depois teve Dodge 1952, Alfa Romeo 1958 e diversos Mercedes-Benz, como o 1958 “cara-chata”, 1111 e 1113. Entre 1979 e 1986 trabalhou com o seu genro e um amigo na Carrera Transportes, montada por eles. Quando a empresa foi vendida para a Transita Transportes, permaneceu por mais dez anos, até a aposentadoria. Com todo esse tempo de estrada, seu Tião nunca sofreu um acidente. Mas já tomou uns bons sustos.

Um dos maiores, conta seu Tião, foi quando passou a noite - imaginem! - em um cemitério. O caso aconteceu em 1970 durante viagem com seu genro Gisberto Maganhini entre Porto de Guaíra, no Paraná – onde ficavam as cataratas de Sete Quedas – e São Paulo. Eram 1.150 quilômetros, e somente 380 eram asfaltados. Com o Alfa Romeo 1958 “levava de 14 horas a 14 dias de viagem, dependendo das condições da estrada", conta Sebastião. Eram 11 horas da noite e caía uma chuva muito forte. A visão prejudicada e o cansaço incomodavam. Então, seu Tião e o genro resolveram desviar para uma pequena localidade perto de Campo Mourão, no Paraná.

Com a noite escura e o aguaceiro, não se enxergava quase nada. Mas viram um terreno plano, aberto e sem muros, bom para estacionar o caminhão e dormir. Lá pelas 6 horas, quando o dia clareou, despertaram. E ficaram horrorizados – estavam cercados de cruzes. O que era aquilo? Quando perceberam onde tinham pernoitado, assustados, deram a partida no caminhão e saíram de lá o mais rápido que podiam.

“Faria tudo de novo.. a estrada continua sendo a minha grande paixão", afirma seu Tião, apesar deste e de outros sustos.
 É pro chimarão!

É pro Chimarrão!

Ninguém podia saber que a água era para mamadeira

Deiverson Aureliano Rodrigo Viana, de Itatiaia, no estado do Rio de Janeiro, tomou gosto pela estrada porque seu pai também rodou pelo Brasil afora durante 30 anos até se aposentar.

Ele é novo de profissão e de idade. Tem 23 anos e três de caminhoneiro. Casado há pouco tempo com a Karina, Deiverson sente muita saudade da família. Por isso, quase sempre leva a esposa na boleia. E não só ela. Junto com eles, vai Fernando, de um ano. “Eu fico muito tempo longe de casa e levo meu filho para ele ficar perto de mim”. E o garoto, pelo jeito, pode até seguir também a vocação da família. “Ele adora um volante”, diz Deiverson, um pouco desconfiado.

E como cuidar de uma criança que ainda toma mamadeira? Em algumas situações é complicado. Deiverson conta por que: “Eu puxava álcool do interior de São Paulo. Nas usinas é proibido entrar criança. A gente tinha que esconder o menino para ninguém ver. Às vezes, o caminhão ficava muito tempo esperando para carregar. Um dia, chegou a hora da mamadeira do Fernando e a Karina falou que eu tinha que conseguir água quente de qualquer jeito. Não tinha nenhum bar por perto. Então, entrei a pé na usina e pedi a água. Um funcionário perguntou: ‘É pro chimarrão?’. ‘É sim’, respondi. ‘Então está bem’, ele disse. E todas as vezes que fui pedir água, eu dizia que queria mais água para o chimarrão”.

Certamente, o pessoal da usina deve ter achado estranho um caminhoneiro do estado do Rio ser “viciado” em chimarrão. Mas ninguém desconfiou de nada.
 Um difunto diferente

Tião Gordo, que até não era tão gordo, sempre foi muito bonachão e preguiçoso. Não gostava de jeito nenhum de fazer esforço. Certo dia tava ele na cidade e tinha, de todo jeito, que ir pra casa. Desanimado de enfrentar as duas léguas a pé, com a falta de coragem costumeira, resolve arranjar carona. Vem vindo um caminhão. Foi só Tião fazer sinal, o motorista parou.
- Dá carona pra mim?
- Pode entrá aí na carroceria. Só que tô levano um caixão. Vô buscá um difunto. Cê num importa?
- Importo não!
Tião não era homem de ter essas preocupações. O que ele queria mesmo era economizar trabalho para as pernas.
Entrou na carroceria, junto com o caixão, e o motorista afundou o pé.
Depois de rodarem um pouquinho, começa uma chuvinha de molhar bobo. O Tião, que não era bobo nada, abriu o caixão e se enfiou lá dentro, fechando a tampa com cuidado.
Dentro do caixão tava tão quentinho que o moço pegou no sono. Como o motorista era homem de bom coração, foi dando carona para um ou outro que ia na mesma direção.
Depois de alguns quilômetros havia uns dez caroneiros na carroceria, em volta do caixão, no maior respeito, julgando que lá dentro tinha um morto. Uma velhinha até rezava o terço.
Numa certa hora o caminhão passa a roda traseira num buraco e dá um sacolejo na “carga”. Tião Gordo acorda do sono profundo, lembra da chuvinha e resolve ver como está o tempo. Abre devagar a tampa do caixão, vê aquelas pessoas em volta e pergunta, na maior inocência:
- Gente, já parô de chovê?
O susto foi tanto entre os caroneiros que houve gente que até pulou do caminhão. Tudo porque ninguém esperava que o defunto estivesse vivo.

Por Eurico de Andrade às
Em Tapui-blogspot.com
 Porque caminhoneiro não tem lucro
 Uma madrugada de cão

História extraída da Revista O Carreteiro – 357

Por mais crédulo e corajosos que seja o carreteiro, quando acontece alguma coisa estranha, à noite na estrada, ele treme. Reza e pede proteção a Deus, São Cristóvão e de quem mais ele lembrar no momento. Prova disso é o fato que aconteceu com Luizão, um veterano da estrada, o qual mostra que a coragem depende de hora, local e as condições do ambiente. Pior ainda se tratar-se de algum acontecimento que foge do entendimento.
Luizão – pessoa calma, inclusive no jeito de falar – seguia firme pela BR 116 no trecho entre a divisa do Paraná com Santa Catarina. Fora da boléia, um vento gelado cortava a madrugada umedecida por uma fina garoa de junho enquanto a carreta frigorífica cortava a estrada. Como companheiro, naquela noite que marcou sua vida, Luizão tinha apenas um rádio-toca-fitas para espantar a solidão.
Uma boa música serta-neja tomava conta da boléia quan-do ele ouviu uma pancada forte no baú. Estranhou, porque naquela região existem alguns vilarejos afastados da margem da estrada e mata. Além disso, nada mais. Conti-nuou acelerando até ouvir outra pan-cada. Desta vez mais forte. Olhou pelo retrovisor e não viu nada. Ne-nhum carro ou caminhão na estrada.
De repente, viu um vulto cruzar a estrada. Ele nunca acreditou em fantasma. Nem considerava esta hipótese, mas também não con-seguia sequer um palpite sobre o que poderia ser. Acelerar não podia, porque além de estar carregado a pista se encontrava molhada. O jeito foi prosseguir, mas alguns metros a frente viu um carro parado na beira da estrada. Uma mulher toda de preto fez sinal. Pedia ajuda.
Luizão pensou em parar, poderia ser um assalto. Assustado com as batidas no baú ele associou uma coisa com à outra. Além disso, a roupa preta era assustadora. Corajoso que era, decidiu parar. Ligou o pisca alerta e desceu. Começou a caminhar em direção ao carro e num momento que descuidou não viu mais o carro e nem a mulher. Quando se voltou para correr em direção ao caminhão este também já não estava mais lá. Luizão gelou.
Já não sabia mais o que estava acontecendo. Era coisa de gente ou de assombração? Fechou os olhos, rezou e invocou todos os santos que conhecia. Passados alguns minutos um caminhão se aproximou. Para sua surpresa, a tal mulher de roupas negras estava ao volante. Ela parou, olhou bem nos olhos de Luizão e disse: “pode su-bir, vou te levar pra onde você quer”.
Ele já não entendia nada que estava acontecendo. Mas aceitou a carona. Aquela carreta perfumada andava como a Ferrari do Schumacher e fazia as curvas em alta velocidade. Passados alguns minutos Luizão avistou seu caminhão parado na beira da estrada. Mal encostou o pé no chão a desconhecida saiu acelerando e desapareceu.
Tudo parecia estar no lugar, inclusive seus pertences pessoais. Uma coisa o perturbava: o perfume daquela carreteira impregnava a boléia do seu caminhão. Pegou a estrada, abriu as janelas e nada do cheiro sair. Logo o dia amanheceu e ele parou num posto para tomar um café. Na lanchonete era grande a falação sobre um motorista que tinha aceitado a carona da carreteira de negro e que nunca mais ela iria assombrar as estradas daquela região. Ao ouvir a conversa, Luizão tratou de sair de fininho. Vendeu o caminhão e montou um boteco e nunca mais quis saber de viajar a noite.
 Por Causa De Um Leitão

História extraída da Revista O Carreteiro – 354

Carreteiros experientes, Pedro e Paulo trabalhavam para uma transportadora com sede na Grande São Paulo. Costumavam viajar juntos, cada um em seu caminhão, que por pertencerem à mesma empresa eram exatamente iguais, tanto no modelo e ano quanto na pintura.
Numa das entregas para o Rio de Janeiro, lá estavam os dois baús carregados e prontos para enfrentar a via Dutra. O plano era viajar em dupla, porém, em razão de um problema qualquer, Pedro partiu na frente e Paulo só meia hora depois.
A viagem foi tranqüila para ambos, mas quando Pedro começou a descer a serra, logo nos primeiros quilômetros, avistou uma porca com alguns leitões na beira da pista.
Naquele momento, ele começou a imaginar que delícia seria um daqueles bichinhos à “pururuca”, com cerveja. Olhou para os lados e não viu ninguém. Parou o caminhão e partiu atrás dos animais, por sinal nada silenciosos. Depois de um certo trabalho e já suado, Pedro conseguiu agarrar um dos porquinhos. Abriu rapidamente o baú, jogou o bicho lá dentro e seguiu viagem.
Porém, há sempre um curioso atrás da moita. Ao assistir de camarote aquele pequeno “furto”, o sujeito foi correndo contar ao dono dos animais, tudo que viu e descreveu o veículo com detalhes. Nesse ínterim, Paulo estava quase chegando no local. Por coincidência, neste momento, já furioso, o dono dos porcos avistou o caminhão de Paulo e perguntou ao dedo duro:
-Não é aquele o caminhão que você viu?
- Sim. É aquele mesmo, sem sombra de dúvidas!
Acompanhado do sujeito que viu o furto, o dono do leitão dirigiu-se até o Posto da Polícia Federal mais próximo e contou o que havia ocorrido. Deu indicações de onde estaria o caminhão e imediatamente os policiais saíram no encalço do veículo, acompanhado dos dois.
Alguns minutos na estrada e avistaram o caminhão e Paulo recebeu ordem para encostar.
Pediram para ele abrir a porta do baú e ao constatar que estava tudo normal perguntaram sobre o leitão.
-Leitão? Que leitão? Não sei de nada sobre o que vocês estão falando. Estou transportando carne e já estou atrasado. Os policiais pediram os documentos do motorista, da carga e do caminhão, revistaram a carga e constataram que tudo estava em ordem.
- Ele deve ter vendido o meu leitão! Insinuou o homem. Acusado injustamente, não demorou para Paulo desconfiar que se tratava de mais um rolo de seu colega. Com certeza ele deveria ter aprontado, imaginou, mas resolveu se manter em silêncio. Sem prova sobre o furto, os policiais liberaram Paulo sob os protestos do dedo-duro e também do dono dos porcos.
Já na estrada e nervoso com o acontecido, prosseguiu viagem até encontrar o colega no local combinado. Parou ao lado do caminhão de Pedro, que ao vê-lo foi logo dizendo:
- Caramba, como você demorou. Estou aqui há mais de duas horas te esperando. Depois você ainda reclama que te chamam de roda-presa. Mas tudo bem, me acompanhe, quero te mostrar uma surpresa. Está vendo, que beleza, vou assá-lo no próximo final
de semana e você é meu convidado especial.
 FE-FE-IA!

Aquele motorista do caminhão leiteiro afundava o pé no acelerador do veículo, doido para chegar na usina, descarregar o leite e ir descansar. Seu ajudante, com problemas gastro-intestinais, não foi trabalhar e seus braços estavam doloridos de tanto descer e subir os latões de leite. Para completar, a fiscalização do DER não lhe dava tréguas. Os fiscais estavam de olho nos motoristas dos caminhões que carregavam passageiros. A multa era “braba”. Como em algumas regiões não havia ônibus regulares, o pessoal apelava, como único recurso, para aquele perigoso transporte alternativo. Senhoras idosas, crianças, velhos, até grávidas vinham empoleirados em latões de leite.
O velho Ford cortava as poeirentas e sinuosas estradas rurais. O motorista solitário, já cansado de ouvir rádio, avistou um cidadão pedindo carona, à beira da estrada. Ele nunca o havia visto por aquelas bandas e parou o veículo, à procura de companhia, para que ele pudesse conversar. Mandou o cidadão subir na cabina e pensou que, se algum fiscal o abordasse, ele diria que o Carona era seu ajudante. 
O Carona era gago, fanhoso e engolia algumas letras. Não gostava de conversar para que não rissem dele. Quando o motorista falava ou perguntava algo, ele só respondia com acenos de cabeça ou com alguns resmungos incompreensíveis. O motorista já havia se arrependido da carona. 
De repente, uma bela mulher dá sinal para o caminhão. O motorista ficou tentado a parar, mas se lembrou dos fiscais. Se ele pudesse, mandaria o Carona descer e mandaria a mulher subir, mas o cidadão era alto e forte. O motorista falou:
- Puxa vida, que mulherão heim?
O gago respondeu: “Fe-fe-ia!”
O motorista olhou pelo retrovisor e disse:
- Que isso cara, tá cego? Olha só que beleza de mulher.
- Fe-fe-ia! Respondeu o gago.
O motorista já irritado, olhando pelo retrovisor gritou:
- Você não entende nada de mulher, ela é BONITA!!!
- FE-FE-IA! FE-FE-IA! Berrou o tartamudo.
Havia um caminhão carregado de carvão, parado na estrada, com algum problema. Perto dele estava uma porção de galhos de árvores e um triângulo. O motorista pensou que havia dado carona a um doido, e, afã da discussão, quando percebeu o caminhão parado, já era tarde. Pisou violentamente no freio, mas o velho Ford entrou na traseira do caminhão de carvão. 
Felizmente, foi só o prejuízo material. Os dois tiveram apenas escoriações e ferimentos superficiais. O motorista irritado gritou com o carona:
- Seu desgraçado, você estava olhando pra frente. Por que não me avisou do caminhão parado?
O outro respondeu na bucha:
- Eu man-man-dei o-cê-cê fé-fe-iar, o-cê-cê num fé-fe-iô...
(Publicado em julho de 2006, no jornal CooperAbaeté.
 Assombração deixa caminhoneiros com medo

As últimas aparições da misteriosa mulher teriam ocorrido nas Rodovias Anhanguera e Bandeirantes. Dama de Branco, Noiva, Loira ou Fantasma da Pista. Os nomes são variados, mas todos são referentes a uma assombração que deixa a maioria dos caminhoneiros do País de cabelo em pé. A história, que antes percorria as estradas das capitais, pegou carona na boleia dos caminhões e hoje está presente na maioria das estradas do Interior de São Paulo. As últimas aparições da misteriosa mulher teriam ocorrido nas Rodovias Anhanguera e Bandeirantes, e provocado acidentes.
“Todo posto de combustível que a gente para tem esta conversa. Eu nunca vi, mas tem caminhoneiro que jura de pé junto que já viu. Eu não me arrisco a parar na beira da estrada se pintar uma mulher vestida de branco”, diz o caminhoneiro baiano José Edimárcio Silva de Oliveira, 52 anos, 30 deles nas pistas. 
Parte dos motoristas diz que uma loira vestida de branco aparece na beira da estrada pedindo carona. Outros relatam que apenas um vulto da moça atravessa a pista. Apesar da controvérsia de como ela aparece, o desfecho é sempre o mesmo. O motorista perde a consciência com a visão e se acidenta.
Essa “lenda urbana” iniciou-se no Paraná na década de setenta. Diz os mais antigos que uma noiva loira foi assassinada pelo noivo em vésperas de casamento, e que desde então, ela procura o noivo para vingança, e isso ocorre principalmente em noite de quartas feira depois de dias de muita ventania.
Acreditando ou não, a maioria dos caminhoneiros não se arrisca. Se depender deles as noivas em beira de estrada continuará a pé.
 Rede Pindurada na Bomba deCombustível

Logo quando comecei no trecho, já tinha na família dois irmãos no trecho. Sempre me falavam que tinha muita brincadeira entre seus companheiros de trecho. Eu por mim não conhecia nada e ninguém. Em uma viajem que fiz de Porto Alegre para Bahia não parei por um só minuto, apenas o necessário para seguir viagem. Já era noite, parei então em um posto na beira da estrada e fiz uma gordurama na caixa mesmo. Prendi a rede nos ganchos, pois na cabina não dava nem para cochilar. Tava quente e virada em mosquito era eles ou eu. Eles ganharam e fui cochilar na rede mesmo. Só que o cansaço era grande, que peguei no sono mesmo. Quando acordei no outro dia com um barulho estranho, risos e coisa e tal. Abri os olhos e fiquei pasmo com a situação. Estava eu e minha rede pendurados entre duas bombas de combustível. No posto apenas meu caminhão e muita gente rindo. Só fiquei sabendo quem me apronto isso meses depois. o Geléia da Lovato e o Coringa da Nova Era. Meus amigos um abraço fraterno a todos, que o PX maior se faça presente sempre.
ass. Carreteiro agora esperto


Esta história tiramos da internet, mas o espaço é reservado aos amigos do trecho que passam por situações pitorescas e que gostariam de compartilhar com todos os irmãos da estrada. Você também pode enviar para nossa redação, através de e-mail ou por correspondência. Junto à história, se você quiser pode mandar também sua foto, que teremos prazer em publicar. Nosso endereço é: redação@amigonaestrada.com.br, ou, Rua Tamoio, 1335 – Cascavel-Pr – CEP: 85806-110